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(CONTEÚDO DE MARCA) Segurança elétrica e continuidade operacional ganham protagonismo na distribuição de energia

Com disjuntores digitais e painéis certificados, Schneider Electric aponta como proteção avançada e conformidade normativa se tornam requisitos centrais para operações que não podem parar.

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(CONTEÚDO DE MARCA)   Segurança elétrica e continuidade operacional ganham protagonismo na distribuição de energia


O avanço da eletrificação e da digitalização no Brasil está elevando o nível de criticidade dos sistemas de distribuição de energia. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a potência instalada no país deve crescer 9.142 MW em 2026, o que corresponde a uma alta de 23,4% sobre o resultado de 2025 - ritmo de expansão que amplia, na mesma proporção, a exposição das instalações a falhas, sobrecargas e paradas não planejadas. Projeções da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE) reforçam esse panorama: a carga de energia deve subir 4,6% em 2026, impulsionada por novas fontes de consumo, como data centers e a eletrificação de processos industriais.

Nesse contexto, segurança elétrica e continuidade operacional deixam de ser apenas requisitos regulatórios e passam a ocupar o centro das decisões de investimento em infraestrutura. Para setores como indústria, data centers, hospitais e edifícios comerciais, uma interrupção imprevista vai além de um prejuízo financeiro - pode comprometer processos críticos, colocar em risco pessoas e gerar exposição regulatória. Diante disso, cresce a demanda por equipamentos capazes de proteger as instalações contra riscos como arco elétrico e curto-circuito, ao mesmo tempo em que garantem previsibilidade e disponibilidade de energia.

Proteção digital como resposta a um sistema mais exigente

É nesse cenário que a Schneider Electric tem inovado com sua linha de disjuntores de baixa tensão. O MasterPacT MTZ Active, recém-lançado no país, representa uma evolução de mais de 35 anos de legado na linha MasterPacT ao aliar monitoramento em tempo real, diagnóstico inteligente e proteção avançada contra riscos elétricos, incluindo o arco elétrico. Entre os seus principais recursos está o Energy Reduction Maintenance Settings (ERMS), que potencializa a proteção de operadores durante manutenções com o sistema energizado, e um QR Code inteligente que oferece acesso instantâneo a instruções específicas após disparos por sobrecarga ou curto-circuito.

Já a linha EasyPact CVS, voltada a instalações comerciais e industriais de pequeno e médio porte, conta com disjuntores de caixa moldada (MCCB) com correntes ajustáveis de 800 a 1.600 A e capacidade de ruptura de 36 a 70 kA. A unidade de disparo ETS2.0 combina proteção de sobrecorrente de longo e curto retardo, ao passo que a conformidade com a norma internacional IEC 60947-2 assegura aderência aos padrões mais rigorosos de segurança do setor.

“As crescentes exigências por segurança e eficiência nas infraestruturas elétricas têm alavancado o desenvolvimento de soluções cada vez mais robustas e confiáveis. Proteger uma instalação significa, hoje, prever falhas antes que elas comprometam a operação”, afirma Patrícia Cavalcanti, vice-presidente de Digital Energy e Power Products da Schneider Electric para a América do Sul.

Continuidade operacional começa na certificação

Somada à proteção ativa embarcada nos disjuntores, a confiabilidade da distribuição elétrica depende da qualidade construtiva dos painéis que sustentam essas instalações. Painéis desenvolvidos sob certificações internacionalmente reconhecidas diminuem riscos operacionais, evitam falhas críticas e propiciam previsibilidade no funcionamento de ativos essenciais, o que se traduz em proteção de pessoas, continuidade de processos e otimização de investimentos ao longo do ciclo de vida das instalações.

É esse racional que orienta soluções como o PrismaSet-I, lançado pela Schneider Electric para aplicações críticas. Com arquitetura modular e escalável, o painel de baixa tensão foi desenvolvido para atender setores como data centers e infraestrutura, viabilizando continuidade operacional e maior previsibilidade em ambientes nos quais a disponibilidade do sistema é determinante. Entre seus diferenciais estão até 50% mais agilidade na configuração e redução de até 20% no espaço ocupado, bem como recursos de monitoramento que permitem acompanhar o desempenho da instalação em tempo real.

À medida que a demanda por energia cresce e as operações se tornam mais dependentes de fornecimento contínuo, a integração entre proteção digital e conformidade normativa se consolida como uma estratégia estrutural - e não só como resposta pontual a incidentes. Para a Schneider Electric, investir em segurança elétrica e continuidade operacional é o caminho para que a modernização da infraestrutura elétrica brasileira aconteça sem transformar crescimento em vulnerabilidade.

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