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(CONTEÚDO DE MARCA) Integração entre energia e automação impulsiona operações mais eficientes, resilientes e sustentáveis

Com o EcoStruxure Power & Process, Schneider Electric conecta dados elétricos e operacionais para aumentar disponibilidade, reduzir custos e apoiar a transformação digital da indústria.

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(CONTEÚDO DE MARCA)   Integração entre energia e automação impulsiona operações mais eficientes, resilientes e sustentáveis


Durante décadas, sistemas elétricos e sistemas de automação foram projetados, implementados e operados de modo independente nas plantas industriais. Embora essa abordagem tenha atendido às necessidades de um ambiente produtivo menos conectado, ela passou a representar um obstáculo para empresas que buscam elevar a eficiência operacional, aprimorar a utilização de ativos e responder com mais agilidade às constantes mudanças do mercado.

Em setores intensivos em ativos e energia, como mineração, óleo e gás, química, papel e celulose, entre outros, a pressão por disponibilidade, produtividade e sustentabilidade exige uma visão mais integrada das operações. Nesse contexto, a convergência entre energia e automação vem se consolidando como um dos principais pilares para construção de plantas mais resilientes e preparadas para os desafios da transformação digital.

É justamente essa integração que orienta o EcoStruxure Power & Process, da Schneider Electric, líder global em tecnologia de energia. A plataforma sincroniza informações elétricas, de processo e de ativos em uma arquitetura integrada, permitindo que decisões operacionais, energéticas e de manutenção sejam tomadas a partir de um panorama único da planta.

O impacto vai além da conectividade. Ao romper os silos entre áreas tradicionalmente separadas, as organizações alcançam uma compreensão muito mais clara da relação entre consumo energético, desempenho operacional e rentabilidade. O resultado é uma autonomia maior de prever riscos, diminuir interrupções não planejadas e otimizar continuamente o desempenho da operação.

Segundo a Schneider Electric, a integração entre energia e automação pode reduzir investimentos em sistemas elétricos, instrumentação e controle em até 20% durante a implementação de projetos. Ao longo do ciclo de vida da planta, a metodologia pode contribuir para cortar custos operacionais, conter paradas não programadas em até 15% e melhorar a rentabilidade em até 3% ao combinar informações de energia e processo em uma mesma camada operacional.

Resiliência operacional como vantagem competitiva

A digitalização expandiu significativamente o volume de informações disponíveis para a indústria. O gargalo agora não está somente na coleta de dados, mas na aptidão de convertê-los em decisões mais rápidas, consistentes e alinhadas aos objetivos do negócio.

Quando operadores, engenheiros e equipes de manutenção dispõem de acesso simultâneo às informações dos sistemas elétricos e dos processos industriais, torna-se possível compreender de maneira mais rápida a origem de eventos críticos, acelerar análises de causa raiz e economizar o tempo necessário para restabelecer a operação em casos de interrupções inesperadas.

“A transformação digital da indústria depende cada vez mais da habilidade de conectar domínios que historicamente operaram de forma isolada”, afirma Carlos Selestrin, diretor de Industrial Automation da Schneider Electric. “Ao integrar energia e automação em uma mesma estratégia operacional, as empresas ampliam sua visibilidade sobre os processos, fortalecem sua prontidão de resposta e estruturam operações mais resilientes, eficientes e sustentáveis.”

A convergência entre energia e automação também robustece a gestão de ativos. Ao unificar informações de equipamentos elétricos, sistemas de controle e ativos de produção em um único ambiente, as equipes conseguem identificar sinais precoces de degradação, priorizar intervenções com maior assertividade e mitigar o risco de falhas que afetam a continuidade operacional.

Visão integrada para gerar valor ao longo de todo o ciclo de vida

A proposta do EcoStruxure Power & Process vai além da operação diária. A abordagem considera todo o ciclo de vida do empreendimento, desde a engenharia e execução de projetos até a operação, manutenção e evolução contínua dos ativos industriais.

Ao correlacionar dados de engenharia, automação, energia e gestão de ativos, as empresas são capazes de eliminar retrabalho, aperfeiçoar a colaboração entre disciplinas, impulsionar processos de implementação e criar uma base mais sólida para iniciativas de eficiência energética e sustentabilidade. A integração possibilita que decisões operacionais sejam tomadas considerando simultaneamente impacto produtivo, energético e econômico.

Esse conceito está alinhado à estratégia de TOTEX, que visa equilibrar investimentos de capital e despesas operacionais ao longo de toda a vida útil da planta. Em vez de focar exclusivamente na queda dos custos de implementação, o objetivo volta-se para a geração contínua de valor por meio do aumento da disponibilidade, da eficiência operacional e da melhor utilização dos recursos energéticos.

À medida que a indústria avança em sua jornada de digitalização, a integração entre energia e automação deixa de ser apenas uma iniciativa tecnológica e assume um papel central na estratégia de competitividade das organizações. Ao plugar informações que antes estavam dispersas, empresas ganham mais capacidade de adaptação, incrementam a produtividade e criam operações mais preparadas para responder às exigências de um mercado cada vez mais dinâmico.

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