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Gestão de ativos industriais com inteligência artificial
A Engemon OPservices implementa a ferramenta VerifAI para otimizar processos de manutenção preditiva e apoiar a tomada de decisão em operações críticas.
engemonopservices.com.br

A digitalização e o avanço da inteligência artificial estão redefinindo a gestão de máquinas e equipamentos de alta complexidade. A transformação de grandes volumes de dados gerados em campo em informações estruturadas permite antecipar falhas, reduzir paradas não programadas e otimizar o desempenho do ambiente industrial.
Estratégia de dados e a plataforma VerifAI
Neste contexto, a Engemon OPservices integra tecnologia e análise de dados à engenharia de planejamento por meio de sua ferramenta proprietária, o VerifAI. O sistema utiliza inteligência artificial para processar dados gerados continuamente pelas operações industriais, como temperatura, vibração, pressão, consumo energético, disponibilidade e histórico de alarmes. A estruturação desses registros permite a identificação de tendências, desvios e comportamentos anormais, orientando o modelo de manutenção pela condição real dos ativos em vez de focar estritamente em cronogramas previamente definidos.
Demanda industrial e métricas operacionais
Segundo a Sondagem Especial nº 100 da Confederação Nacional da Indústria (CNI), de maio de 2026, 58% das indústrias contratam serviços de manutenção e reparo de maquinário, destinando em média R$ 19 a cada R$ 100 de faturamento para essas atividades. Além disso, 72% dessas empresas buscam serviços focados em eficiência produtiva e redução de custos operacionais. Estudos da consultoria McKinsey indicam que aplicações de manutenção preditiva podem reduzir o tempo de parada das máquinas entre 30% e 50% e estender a vida útil dos equipamentos entre 20% e 40%, refletindo em um potencial de aumento de até 15% na disponibilidade dos ativos.
Implementação em setores de alta criticidade
A Engemon OPservices direciona a aplicação dessas soluções integradas para segmentos caracterizados pela alta intensidade de ativos, incluindo mineração, siderurgia, fertilizantes, química e petroquímica. Nessas operações, a interrupção não programada gera impactos diretos na produção, na segurança e nas obrigações comerciais. O processo de digitalização ultrapassa a simples instalação de sensores, envolvendo a transformação do histórico de ordens de serviço e intervenções em modelos analíticos. O objetivo é fornecer suporte técnico especializado que revele recorrências e correlações para atuar antes da ocorrência de problemas críticos.
Engenharia de confiabilidade e integração técnica
A evolução tecnológica no setor indica uma transição na contratação de empresas especializadas, que passam a fornecer engenharia de confiabilidade, automação e inteligência de dados, deixando de estar associadas apenas à gestão de horas de manutenção. O foco avança para resultados mensuráveis de confiabilidade e segurança. "A tecnologia pode ajudar a identificar sinais e padrões, enquanto o conhecimento da operação permite avaliar a criticidade, compreender o risco e definir a intervenção mais adequada", explica Sonia Keiko, CEO da Engemon OPservices. A abordagem visa combinar maturidade digital e particularidades dos processos produtivos para gerar eficiência técnica.
Editado por Maria Brueva, redatora da Induportals – adaptado por IA.
www.engemonopservices.com.br

