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(CONTEÚDO DE MARCA) O que se perde no caminho da distribuição elétrica: onde sua rede está desperdiçando energia (e dinheiro)

Com soluções como o AirSeT e a arquitetura EcoStruxure, Schneider Electric ajuda indústrias, data centers e infraestruturas críticas a identificar e eliminar ineficiências ocultas na distribuição de média tensão.

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(CONTEÚDO DE MARCA)   O que se perde no caminho da distribuição elétrica: onde sua rede está desperdiçando energia (e dinheiro)


A expansão acelerada dos data centers, da eletrificação industrial e das energias renováveis está ampliando as exigências sobre a infraestrutura elétrica interna das empresas. À medida que as operações se tornam mais dependentes de energia contínua e de qualidade, a média tensão - camada responsável por receber, distribuir e proteger o fornecimento elétrico dentro das instalações - passa a ter um impacto direto sobre a disponibilidade operacional e o custo total das operações. Em meio a esse movimento, cresce também a necessidade de entender onde essa infraestrutura está perdendo eficiência antes mesmo de ampliar sua capacidade.

Em instalações que dependem de equipamentos convencionais de média tensão, parte relevante dos gastos operacionais está ligada a atividades que não agregam valor diretamente à produção, como monitoramento de densidade de gás isolante, inspeções recorrentes, procedimentos específicos de manutenção e controle de inventário. São etapas que consomem tempo, mão de obra especializada e recursos, porém dificilmente aparecem nos dashboards de eficiência.

De acordo com um relatório da Deloitte, estratégias de manutenção preditiva podem mitigar falhas em até 70% e diminuir custos de manutenção em até 25%. Ainda assim, em muitas operações, a condição real dos equipamentos elétricos só é avaliada durante inspeções programadas ou após eventos operacionais - o que limita a capacidade de identificação precoce de riscos e aumenta a exposição a paradas não planejadas.

“As maiores oportunidades de eficiência estão justamente em atividades que não aparecem na operação cotidiana, mas que requerem tempo, recursos e acompanhamento especializado. À medida que as organizações buscam operações mais resilientes e eficientes, cresce a atenção para fatores que antes permaneciam nos bastidores da infraestrutura elétrica”, afirma Fabio Castellini, diretor de Power Systems da Schneider Electric.

O custo oculto dos ativos convencionais de média tensão
Para empresas com operações intensivas em energia, a média tensão é uma etapa essencial para garantir estabilidade, continuidade e segurança na distribuição elétrica. Ao mesmo tempo, equipamentos convencionais isolados a gás envolvem uma série de processos que, embora necessários, representam custos que raramente são avaliados no custo total de propriedade (TCO): monitoramento contínuo de pressão e densidade do gás isolante, detecção de vazamentos, reposição e controle de inventário, assim como treinamentos específicos para as equipes de campo.

Esses gastos raramente aparecem no investimento inicial do equipamento, entretanto, se acumulam ao longo da vida útil dos ativos. Segundo dados da Schneider Electric, a transição para tecnologias livres de SF₆ pode resultar em reduções de até 40% nos custos de inspeções e reparos ao longo do ciclo de vida - um ganho que decorre diretamente da simplificação da arquitetura dos equipamentos e da eliminação de processos auxiliares associados ao gerenciamento do gás isolante.

“Em sistemas tradicionais com SF₆, qualquer intervenção costuma envolver despressurização, etapas adicionais de segurança e validações específicas. Com o AirSeT, o processo tende a ser mais direto, modular e seguro, com menor dependência de especialistas em gases industriais. Essa dinâmica se traduz em menos horas de manutenção e menor gasto de mão de obra”, explica Castellini.


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AirSeT: ar puro como resposta às perdas ocultas
Desenvolvido pela Schneider Electric, o AirSeT foi criado para responder a esse desafio de forma estrutural. Ao substituir o hexafluoreto de enxofre (SF₆) - gás com potencial de aquecimento global 24.300 vezes superior ao CO₂ - por ar puro e interrupção a vácuo, a solução elimina todo um conjunto de processos associados ao gerenciamento do gás isolante. Na prática, isso significa retirar da operação rotinas de controle de densidade, recargas, rastreabilidade regulatória e procedimentos de segurança específicos que acompanham o SF₆ ao longo de todo o ciclo de vida dos equipamentos.

A própria arquitetura do equipamento contribui para essa redução. O projeto eletromecânico mais simples, com menos partes móveis e menos subsistemas auxiliares, diminui a probabilidade de falhas e a necessidade de intervenções ao longo da vida útil do ativo. O resultado é uma operação mais previsível, com menor dependência de mão de obra especializada e menor exposição a eventos não planejados - duas das principais fontes de perdas ocultas em instalações de média tensão.

“A plataforma AirSeT elimina gastos ao substituir completamente o SF₆ por ar atmosférico como meio isolante, o que dispensa aparatos de monitoramento de densidade, circuitos pressurizados e qualquer rotina de recarga ou controle de inventário de gás. Trata-se de uma inovação que reduz a complexidade operacional de modo estrutural e remove toda uma camada de componentes ligados ao isolamento gasoso”, acrescenta Castellini.

Digitalização como caminho para tornar as perdas visíveis
Além da simplificação física dos equipamentos, a eliminação das perdas na distribuição elétrica depende de maior visibilidade sobre o que acontece na rede. Em muitas instalações, falhas raramente ocorrem de maneira repentina - elas são precedidas por sinais que poderiam ser identificados com antecedência caso existisse monitoramento adequado. Quando esses sinais passam despercebidos, se amplifica o risco de interrupções não planejadas e impactos diretos sobre a disponibilidade operacional.

É nesse ponto que a digitalização nativa do AirSeT se torna estratégica. Com sensores embarcados e conectividade integrada, o equipamento expande a visibilidade sobre os ativos de média tensão e viabiliza estratégias de manutenção baseadas na condição real dos equipamentos. Ao ser integrado à arquitetura EcoStruxure, da Schneider Electric, o AirSeT permite que recursos de inteligência artificial (IA) e analytics cruzem informações dos ativos conectados, identifiquem padrões de comportamento e apoiem decisões mais rápidas sobre manutenção, risco e disponibilidade operacional. O resultado é uma mudança de lógica: da manutenção reativa baseada em calendário para uma gestão orientada por dados capaz de antecipar problemas antes que eles gerem impacto na produção.

No conjunto, soluções como o AirSeT e o EcoStruxure mostram que as perdas na distribuição elétrica não são inevitáveis - elas refletem, em grande parte, infraestruturas que ainda não foram modernizadas. Ao combinar ar puro, interrupção a vácuo e digitalização, a Schneider Electric propõe um caminho para que indústrias, data centers e infraestruturas críticas transformem a média tensão em uma fonte de eficiência operacional - e não de custos ocultos.

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