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Motores elétricos ampliam eficiência na indústria alimentícia
Hercules Motores Elétricos destaca o papel dos sistemas motrizes na eficiência energética, automação industrial e conformidade sanitária da indústria de alimentos.
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A indústria alimentícia brasileira vem ampliando investimentos em automação industrial, eficiência energética e modernização de equipamentos diante do aumento das exigências relacionadas à produtividade, segurança alimentar e sustentabilidade operacional. Nesse contexto, os motores elétricos assumem papel estratégico em processos produtivos contínuos, especialmente em aplicações ligadas a mistura, moagem, refrigeração, transporte e envase.
Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), o setor de alimentos e bebidas representa cerca de 10% do PIB brasileiro e movimenta mais de R$ 1 trilhão por ano, consolidando-se como o maior segmento da indústria de transformação nacional.
Eficiência energética e redução de custos operacionais
A energia elétrica permanece entre os principais custos operacionais da indústria. Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que o setor industrial consome aproximadamente um terço da eletricidade gerada no Brasil, sendo os sistemas motrizes responsáveis por parcela significativa dessa demanda.
Em escala global, relatórios da International Energy Agency (IEA) apontam que motores elétricos representam aproximadamente 45% do consumo mundial de energia elétrica. Nesse cenário, a substituição de equipamentos antigos por sistemas de alto rendimento tornou-se uma estratégia relevante para redução de consumo energético e aumento da eficiência operacional.
“Os motores elétricos sustentam o ritmo da produção. Quando corretamente dimensionados e integrados a sistemas modernos, eles reduzem desperdícios e trazem previsibilidade aos custos”, afirma Drauzio Menezes. “Hoje, eficiência energética não é apenas diferencial técnico, mas uma decisão estratégica.”
Conformidade sanitária e robustez operacional
Além da eficiência energética, os motores utilizados na indústria alimentícia precisam atender requisitos relacionados à segurança sanitária e confiabilidade operacional. Regulamentações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelecem diretrizes de Boas Práticas de Fabricação (BPF), incluindo exigências para equipamentos instalados em áreas produtivas.
Aplicações industriais sujeitas a lavagens frequentes, vapor e variações térmicas demandam motores com elevado grau de proteção contra água e partículas, resistência à corrosão e superfícies adequadas para higienização.
“A escolha inadequada de um motor pode comprometer tanto a produtividade quanto a segurança do alimento”, explica Drauzio Menezes. “É fundamental considerar o ambiente de aplicação, o grau de proteção e a facilidade de limpeza.”
Automação industrial e monitoramento inteligente
A digitalização industrial também vem ampliando o uso de motores integrados a inversores de frequência e sistemas inteligentes de monitoramento operacional. Essa integração permite ajustes automáticos de velocidade e torque conforme a demanda produtiva, além de apoiar estratégias de manutenção preditiva.
Segundo levantamentos da Confederação Nacional da Indústria (CNI), empresas que adotam automação industrial e tecnologias digitais registram ganhos de produtividade e redução de falhas operacionais.
“Hoje, o motor precisa estar conectado à lógica da planta. A integração com sistemas inteligentes permite ajustes em tempo real e melhora a confiabilidade da linha de produção”, acrescenta Drauzio Menezes.
Sustentabilidade e competitividade industrial
Além do impacto operacional, a modernização de sistemas motrizes também está associada a metas de sustentabilidade industrial. Relatórios técnicos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) destacam a eficiência energética como um dos fatores relevantes para tornar cadeias agroindustriais mais resilientes e sustentáveis.
“Investir em motores eficientes é investir na sustentabilidade do negócio. A indústria ganha competitividade, reduz custos e reforça seu compromisso com qualidade e responsabilidade”, conclui Drauzio Menezes.
Editado por Maria Brueva, editora da Induportals – adaptado por IA.
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